Que data auspiciosa!!! Equinócio de primavera no plenilúnio!!!
Momento em que os ciclos das estaçãoes se sincronizam com ciclo da lua! Quando o dia, regido pelo PAI SOL tem a mesma duração que a noite regida pela Mãe Lua CHEIA! EQUILÍBRIO dos fluxos energéticos da Terra, do Cosmos, da Lua, do Sol. Uma ciranda cósmica dos astros, planetas e afins...uma ciranda que acontece fora e acontece dentro! O que se equilibra no universo, se equilibra no interior de cada ser!
Como uma linda rosa gigante, dourada e prateada, dançando com suas pétalas ao vento (que aqui em Casa Branca sopra como um furacão), emanando a profusão de seu perfume, embevendo-nos com seu aroma e sua formosura! Conscientes, devemos ser, de que a rosa está em nosso coração!
FELIZ EQUINÓCIO DE PRIMAVERA A TODOS OS SERES DO INFINITO UNIVERSO!
Pois está muito claro para mim que todos somos um nessa dança cósmica da manifestação do equilíbrio!
Metamorfoseando diariamente. A cada dia dando mais alguns passos no caminho da vida. Por ladrilhos de cristal, que transparecem a leveza da alma, ao mesmo tempo inquieta e curiosa pelo o que virá. Aqui estão meus pensamentos, minhas fichas, meus trabalhos, meus amores, minhas tentativas em ser um ser a disposição da missão divina.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
II Círculo de Mulheres de Casa Branca – 11 de setembro de 2010
Olá queridas amadas,
Demorei para escrever o relato de nosso último encontro por vários motivos. Correria dos últimos dias e período de digestão. Eu sou assim, às vezes o processo de digestão é lento, queria ter certeza do que escreveria, para não ser injusta, chata ou arrogante.
Mas hoje veio a mim que expor a “minha” leitura do encontro, não deve ser vista, como arrogante ou injusta, afinal é o meu ponto de vista, são os sentimentos que se despertaram em mim e pode ser que muitas tenham sentido vibrações de outro tipo.
Como não poderia deixar de ser, tudo foi muito intenso. Antes da chegada das irmãs, uma querida ligou dizendo que havia batido o carro e não chegaria mais, outra teve diarréia e também desistiu de ir...enfim, é o dia do encontro, tudo muito intenso.
Cheguei mais cedo para ajudar a Carol, na arrumação física e energética da casa, levei chaleira, bacia, palo santo, ametista, água transmutadora, muitas velas...preparamos um altar muito simples, mas muito lindo, nele acendi 3 velas, uma para cada fase da mulher, a jovem, a mãe e a anciã. Defumei a casa, borrifei a água transmutadora, rezei, usei os símbolos do reiki para purificar as energias, pois aconteceria ali naquele dia uma cura direcionada para a irmã Flora.
As mulheres lindas, foram chegando,chegando, chegando e chegando, muitas mulheres vieram, éramos 33. Tentei receber todas com muito amor, gentileza e carinho, a grande maioria retribuiu da mesma forma, algumas não, pareciam estar desconfiadas, amedrontadas, desorientadas...foi difícil conseguirmos iniciar, pois não conseguíamos fazer com que todas se RE – UNISSEM em torno de um foco. Eram muitas mulheres, ansiosas por compartilhar conversas e assuntos variados.
Como o foco que havia sido estabelecido pelas mulheres que estão “puxando” o círculo não havia ficado claro no convite, talvez tenha sido natural esta dificuldade em conseguirmos nos concentrar. O propósito daquele encontro era a cura e o trabalho com a mãe água, através do escalda-pés. Para mim isso já significa claramente foco e concentração, mas esqueci que talvez ali estivessem irmãs que não soubessem como funciona uma sessão de cura Reiki, nem pensei que deveria ter explicado, hoje percebo que deveria tê-lo feito. Desde que quase todas haviam chegado, não estava me sentindo à vontade, meu ser estava se protegendo, algo no coração apertava e dizia que havia energias, presenças ou como preferirem chamar que vampirizavam e não estavam em atitude de doação de amor e sinceridade, coisa que no primeiro encontro não havia ocorrido. Por favor, não me entendam mal. Conversei com as irmãs mais próximas e já conhecidas e a maioria também não estava se sentindo à vontade.
Ao início do encontro (a partir do momento que nos concentramos pela primeira vez) expus a todas que neste dia aconteceria uma cura para a Flora e para todas nós. A cura de Flora, seria a partir de uma visão que tive, com as mulheres reikianas, aplicando em Flora, unidas e ao redor de nós, um circulo de todas as outras mulheres orando a oração de transmutação da chama violeta, transmutando todo o processo de todas.
Bom a partir deste momento, começamos o “processo” do escalda-pés. Por serem muitas irmãs, foi um pouco confuso até conseguirmos levar água fria, quente e ervas à todas. No primeiro encontro, “botamos” fogo no bambuzal da Carol, no segundo inundamos a sala dela com água por todos os lados. As mulheres que serviram as outras irmãs o fizeram de muito bom coração, espero que todas apesar dos contratempos tenham compreendido isto, por isso havíamos pedido confirmação da presença de todas, para conseguirmos preparar tudo da melhor forma. Uma de nossas irmãs passou muito mal durante todo o encontro, vomitou algumas vezes. Então quando praticamente todas estavam servidas, iniciou-se o bastão de fala com as apresentações, de muitas senti vindo a sinceridade do coração, de outras não, senti palavras sem coração. Houve irmãs que disseram palavras lindas como “DEVEMOS MANTER A LEVEZA DO SER FEMININO, O SORRISO NO ROSTO E NEM POR ISSO ACHARMOS QUE SOMOS FRÁGEIS”, algo assim, não me lembro as palavras exatas, sei que elas brotaram do fundo do coração dessa irmã e foram como um bálsamo de leveza pairando no ar. Ao fim das apresentações nomeamos as irmãs que haviam mandado seus nomes para os pedidos de vibração. Comentei com uma irmã que se a energia continuasse “atravessada” como estava, ouviria meu coração e teria que conversar com a Flora para fazermos a cura em outro momento. Mas o encontro foi marcado por várias fases, como a lua!! Quando acabamos a apresentação, muitas irmãs já precisavam ir-se, as que ficaram foram se alimentando, enquanto tentava organizar a sessão de foco da cura que aconteceria (pois acredito que todo o processo tenha sido curador).
Mais uma vez foi difícil conseguir RE-UNIR todas as irmãs, mas conseguimos, enquanto aplicávamos o Reiki em Flora as demais irmãs ao nosso redor oravam. Foi muito perceptível que várias irmãs estavam ali lendo um texto, sem colocar nele sentido, apenas proferindo palavras, algumas seguraram a oração com verdadeira fé e intento. Deixo claro aqui, que todas foram convidadas a participar se sentissem vontade, se sentissem um real querer em seu coração.
A sessão de Reiki, foi muito poderosa, acredito que a cura se desencadeou em todas nós, como já contou a querida e linda Carol Neves, que mesmo gripada, com seu pequeno adoentado, desceu a serra para re-unir-se com todas. Recebi mensagens posteriores de outras irmãs contando que receberam curas nos dias subseqüentes também. Fiquei muito feliz de saber que foi tudo tão abrangente, tão intenso. Ao fim da sessão Flora estava com um sorriso maravilhoso em seus lábios, isso não tem preço! Todas abraçaram Flora e nos abraçamos em um único abraço, muito lindo!
E então mais uma fase da lua, mais uma parada em que todas foram correndo se alimentar e depois, fomos tirar uma carta do Tarô da Deusa, todas embaralharam as cartas e quem tirou a carta foi a querida Flora, e nos apareceu maravilhosa AFRODITE,
Trazendo entre várias mensagens uma central muito forte, “AME-SE DE VERDADE”.
Infelizmente, por já ter se passado uma semana, não consigo me lembrar de tudo perfeitamente. Ao fim da leitura do tarô, nos unimos ao redor do nosso bastão sagrado feminino e todas empunhando-o passamos o mesmo aos cuidados da nossa querida Flora, durante esta lua ela está cuidando da união da energia feminina sagrada de todas nós. Foi muito lindo este momento de entrega do bastão a ela, inclusive neste momento, a caixa dá água fez um barulho de água super forte (como não poderia deixar de ser não é mesmo, afinal o elemento do encontro era a água).
Neste momento várias irmãs se foram, inclusive eu, pois estava muito cansada e com uma dor de cabeça forte
Depois as irmãs que ficaram me contaram da outra fase da lua do encontro que infelizmente perdi. A parte da cumplicidade e da compreensão.
No dia seguinte ao encontro, acordei ainda com a dor de cabeça que continuou até que tomei um bom banho de descarrego e melhorei bastante. Passei o dia repassando os acontecimentos em minha mente, sentindo que para mim havia faltado alguma coisa, e cheguei a “conclusão” de que nosso encontro da água realmente tinha sido como a água, que se espalha quando não tem uma taça que a conserve. Acho que a taça que faltou foi o foco e o intento comum, aqui peço perdão as lindas irmãs por não ter explicado melhor o foco do encontro, o que é a cura, como acontece, como seria interessante nos ligarmos à ela e todos esses detalhes que ficaram para traz. Eu aprendi muito com tudo isso, fiquei muito feliz depois por ver quantas curas aconteceram, ver que mesmo a água se espalhando ela leva purificação onde quer que chegue.
Fiquei feliz de ver que algumas das irmãs que haviam chegado em outros tipos de vibrações ao ir-se estavam diferentes, estavam tocadas. Fiquei feliz por aprender que as “coisas” tem seu ritmo e não o meu ritmo, que um grupo de mulheres mutantes como a lua mudam tudo ao seu redor, mudam tudo dentro de si, mudam... fiquei muitoooo feliz de ver que a mais nova integrante do círculo tinha apenas 9 meses e tem o lindo nome de Flor e falava nas melhores horas e proferia as palavras mais lindas e puras, de ver que neste encontro estavam mulheres maduras, nos seus 60... anos que adoraram estar conosco.
Fiquei triste por não ter ouvido mais das irmãs queridas que estavam lá, senti falta da cumplicidade, do partilhar de sentimentos e vivências.
Enfim tudo foi muito importante, para o crescimento pessoal, para o aprendizado do grupo, para podermos entender melhor como direcionar os encontros para um propósito em comum. Espero que no próximo encontro as queridas irmãs estejam conosco novamente, para que possamos juntas RE-UNIRMO-NOS com um mesmo propósito.
Gratidão à Mãe Divina por tudo e todas!
AHA! POR TODAS AS NOSSAS RELAÇÕES!
Demorei para escrever o relato de nosso último encontro por vários motivos. Correria dos últimos dias e período de digestão. Eu sou assim, às vezes o processo de digestão é lento, queria ter certeza do que escreveria, para não ser injusta, chata ou arrogante.
Mas hoje veio a mim que expor a “minha” leitura do encontro, não deve ser vista, como arrogante ou injusta, afinal é o meu ponto de vista, são os sentimentos que se despertaram em mim e pode ser que muitas tenham sentido vibrações de outro tipo.
Como não poderia deixar de ser, tudo foi muito intenso. Antes da chegada das irmãs, uma querida ligou dizendo que havia batido o carro e não chegaria mais, outra teve diarréia e também desistiu de ir...enfim, é o dia do encontro, tudo muito intenso.
Cheguei mais cedo para ajudar a Carol, na arrumação física e energética da casa, levei chaleira, bacia, palo santo, ametista, água transmutadora, muitas velas...preparamos um altar muito simples, mas muito lindo, nele acendi 3 velas, uma para cada fase da mulher, a jovem, a mãe e a anciã. Defumei a casa, borrifei a água transmutadora, rezei, usei os símbolos do reiki para purificar as energias, pois aconteceria ali naquele dia uma cura direcionada para a irmã Flora.
As mulheres lindas, foram chegando,chegando, chegando e chegando, muitas mulheres vieram, éramos 33. Tentei receber todas com muito amor, gentileza e carinho, a grande maioria retribuiu da mesma forma, algumas não, pareciam estar desconfiadas, amedrontadas, desorientadas...foi difícil conseguirmos iniciar, pois não conseguíamos fazer com que todas se RE – UNISSEM em torno de um foco. Eram muitas mulheres, ansiosas por compartilhar conversas e assuntos variados.
Como o foco que havia sido estabelecido pelas mulheres que estão “puxando” o círculo não havia ficado claro no convite, talvez tenha sido natural esta dificuldade em conseguirmos nos concentrar. O propósito daquele encontro era a cura e o trabalho com a mãe água, através do escalda-pés. Para mim isso já significa claramente foco e concentração, mas esqueci que talvez ali estivessem irmãs que não soubessem como funciona uma sessão de cura Reiki, nem pensei que deveria ter explicado, hoje percebo que deveria tê-lo feito. Desde que quase todas haviam chegado, não estava me sentindo à vontade, meu ser estava se protegendo, algo no coração apertava e dizia que havia energias, presenças ou como preferirem chamar que vampirizavam e não estavam em atitude de doação de amor e sinceridade, coisa que no primeiro encontro não havia ocorrido. Por favor, não me entendam mal. Conversei com as irmãs mais próximas e já conhecidas e a maioria também não estava se sentindo à vontade.
Ao início do encontro (a partir do momento que nos concentramos pela primeira vez) expus a todas que neste dia aconteceria uma cura para a Flora e para todas nós. A cura de Flora, seria a partir de uma visão que tive, com as mulheres reikianas, aplicando em Flora, unidas e ao redor de nós, um circulo de todas as outras mulheres orando a oração de transmutação da chama violeta, transmutando todo o processo de todas.
Bom a partir deste momento, começamos o “processo” do escalda-pés. Por serem muitas irmãs, foi um pouco confuso até conseguirmos levar água fria, quente e ervas à todas. No primeiro encontro, “botamos” fogo no bambuzal da Carol, no segundo inundamos a sala dela com água por todos os lados. As mulheres que serviram as outras irmãs o fizeram de muito bom coração, espero que todas apesar dos contratempos tenham compreendido isto, por isso havíamos pedido confirmação da presença de todas, para conseguirmos preparar tudo da melhor forma. Uma de nossas irmãs passou muito mal durante todo o encontro, vomitou algumas vezes. Então quando praticamente todas estavam servidas, iniciou-se o bastão de fala com as apresentações, de muitas senti vindo a sinceridade do coração, de outras não, senti palavras sem coração. Houve irmãs que disseram palavras lindas como “DEVEMOS MANTER A LEVEZA DO SER FEMININO, O SORRISO NO ROSTO E NEM POR ISSO ACHARMOS QUE SOMOS FRÁGEIS”, algo assim, não me lembro as palavras exatas, sei que elas brotaram do fundo do coração dessa irmã e foram como um bálsamo de leveza pairando no ar. Ao fim das apresentações nomeamos as irmãs que haviam mandado seus nomes para os pedidos de vibração. Comentei com uma irmã que se a energia continuasse “atravessada” como estava, ouviria meu coração e teria que conversar com a Flora para fazermos a cura em outro momento. Mas o encontro foi marcado por várias fases, como a lua!! Quando acabamos a apresentação, muitas irmãs já precisavam ir-se, as que ficaram foram se alimentando, enquanto tentava organizar a sessão de foco da cura que aconteceria (pois acredito que todo o processo tenha sido curador).
Mais uma vez foi difícil conseguir RE-UNIR todas as irmãs, mas conseguimos, enquanto aplicávamos o Reiki em Flora as demais irmãs ao nosso redor oravam. Foi muito perceptível que várias irmãs estavam ali lendo um texto, sem colocar nele sentido, apenas proferindo palavras, algumas seguraram a oração com verdadeira fé e intento. Deixo claro aqui, que todas foram convidadas a participar se sentissem vontade, se sentissem um real querer em seu coração.
A sessão de Reiki, foi muito poderosa, acredito que a cura se desencadeou em todas nós, como já contou a querida e linda Carol Neves, que mesmo gripada, com seu pequeno adoentado, desceu a serra para re-unir-se com todas. Recebi mensagens posteriores de outras irmãs contando que receberam curas nos dias subseqüentes também. Fiquei muito feliz de saber que foi tudo tão abrangente, tão intenso. Ao fim da sessão Flora estava com um sorriso maravilhoso em seus lábios, isso não tem preço! Todas abraçaram Flora e nos abraçamos em um único abraço, muito lindo!
E então mais uma fase da lua, mais uma parada em que todas foram correndo se alimentar e depois, fomos tirar uma carta do Tarô da Deusa, todas embaralharam as cartas e quem tirou a carta foi a querida Flora, e nos apareceu maravilhosa AFRODITE,
Trazendo entre várias mensagens uma central muito forte, “AME-SE DE VERDADE”.
Infelizmente, por já ter se passado uma semana, não consigo me lembrar de tudo perfeitamente. Ao fim da leitura do tarô, nos unimos ao redor do nosso bastão sagrado feminino e todas empunhando-o passamos o mesmo aos cuidados da nossa querida Flora, durante esta lua ela está cuidando da união da energia feminina sagrada de todas nós. Foi muito lindo este momento de entrega do bastão a ela, inclusive neste momento, a caixa dá água fez um barulho de água super forte (como não poderia deixar de ser não é mesmo, afinal o elemento do encontro era a água).
Neste momento várias irmãs se foram, inclusive eu, pois estava muito cansada e com uma dor de cabeça forte
Depois as irmãs que ficaram me contaram da outra fase da lua do encontro que infelizmente perdi. A parte da cumplicidade e da compreensão.
No dia seguinte ao encontro, acordei ainda com a dor de cabeça que continuou até que tomei um bom banho de descarrego e melhorei bastante. Passei o dia repassando os acontecimentos em minha mente, sentindo que para mim havia faltado alguma coisa, e cheguei a “conclusão” de que nosso encontro da água realmente tinha sido como a água, que se espalha quando não tem uma taça que a conserve. Acho que a taça que faltou foi o foco e o intento comum, aqui peço perdão as lindas irmãs por não ter explicado melhor o foco do encontro, o que é a cura, como acontece, como seria interessante nos ligarmos à ela e todos esses detalhes que ficaram para traz. Eu aprendi muito com tudo isso, fiquei muito feliz depois por ver quantas curas aconteceram, ver que mesmo a água se espalhando ela leva purificação onde quer que chegue.
Fiquei feliz de ver que algumas das irmãs que haviam chegado em outros tipos de vibrações ao ir-se estavam diferentes, estavam tocadas. Fiquei feliz por aprender que as “coisas” tem seu ritmo e não o meu ritmo, que um grupo de mulheres mutantes como a lua mudam tudo ao seu redor, mudam tudo dentro de si, mudam... fiquei muitoooo feliz de ver que a mais nova integrante do círculo tinha apenas 9 meses e tem o lindo nome de Flor e falava nas melhores horas e proferia as palavras mais lindas e puras, de ver que neste encontro estavam mulheres maduras, nos seus 60... anos que adoraram estar conosco.
Fiquei triste por não ter ouvido mais das irmãs queridas que estavam lá, senti falta da cumplicidade, do partilhar de sentimentos e vivências.
Enfim tudo foi muito importante, para o crescimento pessoal, para o aprendizado do grupo, para podermos entender melhor como direcionar os encontros para um propósito em comum. Espero que no próximo encontro as queridas irmãs estejam conosco novamente, para que possamos juntas RE-UNIRMO-NOS com um mesmo propósito.
Gratidão à Mãe Divina por tudo e todas!
AHA! POR TODAS AS NOSSAS RELAÇÕES!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Óleos Essenciais - A quintaessência da alquimia (indicações para asma)
" ...São a extração do óleo contido na própria planta...são extraídos através de um processo semelhante ao usado pelos alquimistas. São a quintaessência da alquimia, contém hormônios naturais da planta, a alma das plantas.
Na idade média, nos tempos da cólera os perfumistas raramente contraiam a doença, devido as grandes propriedades antissépticas dos óleos. Para a antroposofia, os óleos essenciais são produzidos pela atividade solar. São as manifestações das forças cósmicas do fogo, produzidas pelo "eu cósmico" das palantas, por isso, indicados para o corpo astral."
(O vôo da águia - Léo Artese)
Hoje pesquisei sobre óleos indicados para asma, divido aqui com vocês o que descobri.
Há vários óleos que agem neste desequilíbrio, são eles:
Eucalipto Globulus (F)
Limão (F)
Sálvia (F)
Manjericão (F)
Cedro (M)
Alecrim (M)
Paz e aroma no coração!
Na idade média, nos tempos da cólera os perfumistas raramente contraiam a doença, devido as grandes propriedades antissépticas dos óleos. Para a antroposofia, os óleos essenciais são produzidos pela atividade solar. São as manifestações das forças cósmicas do fogo, produzidas pelo "eu cósmico" das palantas, por isso, indicados para o corpo astral."
(O vôo da águia - Léo Artese)
Hoje pesquisei sobre óleos indicados para asma, divido aqui com vocês o que descobri.
Há vários óleos que agem neste desequilíbrio, são eles:
Eucalipto Globulus (F)
Limão (F)
Sálvia (F)
Manjericão (F)
Cedro (M)
Alecrim (M)
Cipreste (M)
Manjerona (M)
Hortelã-pimenta (M)
Litsea Cubeba (L)
O uso de cada um dependerá do seu "gosto" olfativo e das outras propriedades que se adequam a cada caso. F - forte, M - médio e L - leve, é indicado usar um óleo F + um M + um L, no máximo 3 óleos por mistura, sendo 6 gotas do F, 2 do M e 2 do L, se resolver usar só o F e o M, use 6+4. Essas quantidades são para a inalação (aromatizadores e vapor).
Para usar em massagens 15 a 30 gotas para 30 ml de óleo carreador (semente de uva ou outro)essa quantidade de gotas deve ser dividida entre os óleos a serem usados.
Assim que descobrir mais eu volto!Paz e aroma no coração!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
O que é REIKI?
REI = energia cósmica universal (permeia tudo e todos os lugares)
KI = energia vital individual (presente em todos os seres vivos)
O Reiki é o encontro dessas duas energias. Este encontro acontece em cada um que foi iniciado no Reiki por um mestre Reiki. É uma energia, como ondas de rádio, não palpável. Pode ser aplicada no local ou a distância e ao contrário da energia elétrica, não produz curto, nem destrói nada por onde ela passa, pelo contrário, aumenta a energia vital de qualquer ser que a recebe.
É uma energia de cura, sem efeitos colaterais, sem contra-indicações, compatível com qualquer tipo de terapia ou tratamento alternativo ou alopático. Os tratamentos com a energia Reiki equilibram os chakras, alinha os campos energéticos, equilibra o ser como um todo (físico, mental, emocional e espiritual), limpa registros traumáticos do campo áurico evitando futuras manifestações de doenças físicas. Sendo uma forma natural e maravilhosa de equilibrar, restaurar e curar os corpos, levando o ser a um estado de completa harmonia.
O Reiki não é uma religião e se encontra ao alcance de todos, bastando para ser reikiano receber o curso e a iniciação de um mestre Reiki habilitado para isso. Não há limite de idade, ou condição prévia para receber este ensinamento.
É uma energia não manipulativa, portanto a quantidade e intensidade de energia que cada um recebe não dependem do reikiano. Não é necessário despir o paciente e nem ter conhecimento prévio do diagnóstico da patologia para que o Reiki realize a cura, basta impostar as mãos sobre o ser a ser tratado, utilizar os símbolos sagrados e o Reiki fluirá.
É uma prática reconhecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e pode ser aplicada em animais, plantas e situações.
KI = energia vital individual (presente em todos os seres vivos)
O Reiki é o encontro dessas duas energias. Este encontro acontece em cada um que foi iniciado no Reiki por um mestre Reiki. É uma energia, como ondas de rádio, não palpável. Pode ser aplicada no local ou a distância e ao contrário da energia elétrica, não produz curto, nem destrói nada por onde ela passa, pelo contrário, aumenta a energia vital de qualquer ser que a recebe.
É uma energia de cura, sem efeitos colaterais, sem contra-indicações, compatível com qualquer tipo de terapia ou tratamento alternativo ou alopático. Os tratamentos com a energia Reiki equilibram os chakras, alinha os campos energéticos, equilibra o ser como um todo (físico, mental, emocional e espiritual), limpa registros traumáticos do campo áurico evitando futuras manifestações de doenças físicas. Sendo uma forma natural e maravilhosa de equilibrar, restaurar e curar os corpos, levando o ser a um estado de completa harmonia.
O Reiki não é uma religião e se encontra ao alcance de todos, bastando para ser reikiano receber o curso e a iniciação de um mestre Reiki habilitado para isso. Não há limite de idade, ou condição prévia para receber este ensinamento.
É uma energia não manipulativa, portanto a quantidade e intensidade de energia que cada um recebe não dependem do reikiano. Não é necessário despir o paciente e nem ter conhecimento prévio do diagnóstico da patologia para que o Reiki realize a cura, basta impostar as mãos sobre o ser a ser tratado, utilizar os símbolos sagrados e o Reiki fluirá.
É uma prática reconhecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e pode ser aplicada em animais, plantas e situações.
sábado, 14 de agosto de 2010
SEXTA-FEIRA 13 de AGOSTO de 2010 - Primeira Meia Lua de Mulheres
SEXTA-FEIRA 13 de AGOSTO de 2010
Data bem auspiciosa não? Principalmente para o primeiro encontro de mulheres que fizemos. As bruxas reunidas, numa sexta-feira 13, no mês de agosto, na lua nova...PERFEITO.
Desde muito tempo que o dia 13 de agosto tem sempre acontecimentos marcantes em minha vida, esse não poderia ter sido diferente. E neste ano, neste lindo dia, marcamos o primeiro encontro de mulheres, um desejo de tempos de Nati, Bruna e Dani e depois ficamos sabendo que as outras irmãs que estavam presentes também tinham esse desejo há tempos. Pela decisão firme da Bruna foi marcado o grande dia, não poderia ser em lugar melhor CASA BRANCA (cantinho abençoado entre as montanhas de Minas onde eu e Carol temos a benção de poder viver), às 20h.
Desde as 18h eu já queria me arrumar para ir encontrar com as irmãs guerreiras na luz, estava ansiosa pelo momento, por poder compartilhar as experiências, vivências... Dei banho no Pedro cedo, fiquei feliz que o Ka chegou cedo em casa e estava super empolgada, passei o dia lendo vários textos sobre o feminino, separando trechos para compartilhar e ralando com a casa e o Pedro também né!! 19 horas, liguei pra casa da Carol e nada... 19:30 nadaaaa.... 20h uhuuhuuhu!!! Carol chegou!!! "Estou indo para aí Carol!", cheguei ficamos batendo papo, falando de Marina Silva e o tempo passando e nada das mulheres poderosas chegarem!! 21:30 chegaram Bárbara, Carol, Luana e Nati lindas e maravilhosas, todas radiantes. E eu já toda borocochô pois "meus" planos eram de ir embora as 22:30 - 23h no máximo, pois o Pedro me acordaria pra mamar às 6 (como todos os dias) e as 8 teria que atender um irmão com Reiki e dar uma aula de Yoga em seguida e eu estava muuuito cansada do dia, como disse (rsrsrs) esses eram "meus" planos, mas como sempre, GRAÇAS ao GRANDE ESPÍRITO, quem faz os "meus" planos não sou eu, mas Deus. Ás 22h chegam Bruna e as Thaíses, lindas e maravilhosas também, estávamos quase todas com o mesmo tipo de roupa, saia e faixa no cabelo. As 9 bruxas estavam REunidas ( ‘bota sentido nessa palavra”) VIVA!!!! E eu dizendo “gente vou ficar só um pouco e já vou!” e a Bárbara “não Dani, agente não vai deixar você ir, você vai ficar até o final!!”(hahaha).
Subimos para a fogueira que estava armada nos fundos da casa da Carol, colocamos as esteiras, tudo intuitivamente, borrifei água transmutadora em cada uma, acendemos o fogo, Bruna ofertou as medicinas do tabaco e da sálvia, assentamos e ficamos em silêncio mirando o fogo. Lindo, forte e com labaredas verde-limão de uma intensidade que nunca vi igual, disse as irmãs “esse encontro representa 10 curas fortíssimas, a de cada uma de nós e a de nós todas!”. Quando percebemos estávamos sentadas em meia lua e sem “sabermos” (conscientemente) as irmãs que estavam na lua haviam se sentado todas uma ao lado da outra, muito lindo!
A querida Bruna como havíamos combinado levou o bastão de jagube para que colocássemos nele nossos objetos sagrados femininos, escolhidos por cada uma e levados até o encontro com muito carinho. Thaís e Carol, desceram até a casa para buscar seus objetos, quando ouvimos um estouro e a luz da rua lá embaixo toda se apagou, ouvimos umas vozes altas... quando elas retornaram nos contaram, que os bambus que haviam sido cortados naquele dia pelos meninos, haviam caído sobre a rede elétrica e a mesma caiu sobre o bambuzal e iniciou um foco de incêndio, mas que graças à Mãe Divina se apagou rapidamente e elas retornaram.
Começamos o “feitio” do nosso bastão, o qual ficará a cargo de cada uma de nós por uma lua, cada uma falando de si, de seus anseios, sentimentos, emoções, seus rezos, seus cantos...iniciamos por mim Dani, Carol, Nati, Luana, Carol, Thaís, Thaís, Bárbara e Bruna. Assim que Bruna proferiu as seguintes palavras “que mantenhamos esse fogo sempre aceso” , a Bárbara grita “ TÁ PEGANDO FOGO LÁ EM BAIXO!” saímos todas correndo e ao chegar lá as labaredas estavam super altas e se espalhando rapidamente pelo mato seco. Cada uma foi tentar resolver de uma forma, eu sugeri que retirássemos os carros para não correr o risco de explosão, Carol ligou para os bombeiros, eu liguei pro Ka e pedi pra ele ligar pra brigada de incêndio e desci falando “Vamos ter que chamar os homens!” (cômico né!) Thaíses estavam com cobertores, Carol e Bárbara com bacias, Bruna foi de carro até a praça conseguir ajuda, na verdade eu nem me lembro muito os detalhes deste momento, pois foi muito tenso. Os bombeiros não entendiam as indicações da Carol e eu fui pra praça de Casa Branca esperá-los para guiá-los até a casa da Carol. Mais de 20 min ali parada e nada, falando com o Ka ao celular ele me solta mais uma pérola da noite “viu o que dá essas bruxas se juntarem na sexta-feira, 13 de agosto!! Vocês arrumam um fogo desses e quase queimam todas juntas!” (algo desse tipo, dei umas risadas) não agüentei, voltei pra casa da Carol, para ver como estavam as coisas.
Chegando lá, haviam cerca de 8 homens ajudando a abafar o fogo, Carol estava arrasada e correndo pra todos os lados, tentando virar mil, quando tudo foi contornado, começamos a relaxar e então foram pérolas, atrás de pérolas (hahahahaha) vou colocar algumas que me lembro agora:
- Pensar que tempos atrás estávamos queimando juntas nesse fogo, agora estamos apagando-o juntas!
- Melhoramos bastante né!
- Não vamos tirar a bacia do riacho com o poder da mente senão esses homens podem se assustar!
- Cuidado com o que falam (para os homens), vocês viram do que somos capazes? (alguns fizeram algum comentário que não entendemos e não queriam repetir e dissemos isso. Imaginem esses caras, vendo essas mulheres de saias e arrumadas, juntas, sozinhas, no mato, apagando fogo? Eles não estavam entendendo absolutamente nada!!! Rsrsrsrs)
- Não tivemos stripper, mas tivemos bombeiros! (o companheiro de uma, antes dela sair perguntou-lhe se havíamos contratado Stripper´s masculinos para alegrar a noite, vê se precisa, olha só que movimentação!!!)
- Viu Dani falei que você ia ficar até o final!
- É Bárbara só não precisava ser tão radical né! (detalhe cheguei em casa 3h da madrugada)
Conseguimos retornar ao NOSSO fogo “básico” da fogueira para encerrarmos o nosso primeiro grande encontro, e quando estávamos unidas todas segurando nosso bastão do feminino sobre a fogueira (que estava fraquinha nesse momento) ao dizermos nossas palavras e deixarmos o bastão aos cuidados da nossa querida anfitriã Carol, pra protegê-la e deixar-lhe a união de nossas forças ali bem juntinho dela, a fogueira reacendeu um forte fogo, lindo, muito forte este momento! Hehe tudo foi muito forte!
Só posso dizer que foi mais um 13 de agosto muito marcante em minha vida, que estou grata, muito grata por fazer parte dessas mulheres poderosas, mães, lindas e maravilhosas. Que a cura se iniciou para todas e nela caminharemos juntas. AHA!
Talvez depois, me lembrando de mais detalhes retorne aqui para dar uns retoques! Deixo aqui a poesia que tinha separado para ler para as irmãs, mas que como deu para perceber, não deu tempo, amo vocês irmãs:
ES uma bruja la que tiene poder sobre su própria vida
La que dicta sus próprias reglas
La que no quiere rendirse anta la abnegácion
La que no reconoce ninguna autoridad com uma estima mayor que la suya
própria y ES más fiel a si misma que a ninguna abstraccion
La que no está domada
La que dice “soy uma bruja” três veces em voz alta
La que transforma la energia
La que puede apasionarse com sus ideales, segum estos van cambiando
La que es explosiva y tiene um impetu como el de um vólcan, una inundación,
el viento, el fuego
La que es desordenada, caótica
La que es estática
La que altera la realidad
Lee Lanning y Vernette Hart
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Água de Ametista
Que eu amooooooooo, tudo que é violeta deu pra perceber né!! Amo a cor, amo a Chama Violeta e o Raio Violeta da transmutação, amo a Lavanda, que para mim é a materialização da transmutação violeta pelo reino vegetal e como não poderia deixar de ser, amoooooooooo ametistas, tenho uma infinidade, de todos tamanhos e formatos...e ela é a representação do reino mineral da transmutação.
Por isso hoje resolvi colocar aqui a receita da ÁGUA de AMETISTA elixir poderoso de cura, todos sempre querem saber como usar, como fazer, até o oftalmologista da minha mãe virou adepto anotem aí:
Ingredientes:
1 garrafa de vidro de 1l (ou mais ou menos, pra mim é sempre bom ter muita, aqui tenho um galão de 5l)
cheia de água para beber
1 ametista (pelo menos, quanto mais melhor, meu galão tem 3) que entre pela boca da garrafa
Modo de preparo:
- limpe sua ametista energeticamente ( de molho na água com sal grosso por uma noite de lua cheia) e fisicamente (passe um pouco de alcóol absoluto e deixe secar).
- encha a garrafa com água de beber (possivelmente sem cloro e flúor)
- coloque a ametista dentro da garrafa e deixe 24hs sem tomar.
- depois disso sempre que retirar água reponha-a, para que vc sempre tenha sua água curadora e transmutadora à postos.
Se vc usa filtro de barro coloque-a lá dentro, tirando de vez em quando para que ela tome um sol.
Se vc é reikiano procure energizá-la com Dai Koo Myo e Choku rei.
Como e quando utilizar:
Desequilíbrios externos: queda de cabelos, problemas de pele (eczema, dermatite...), cortes, feridas, acne, pós-barba (meu pai não troca por nenhum outro), pós-depilação, colírio para os olhos (pingar todos os dias quanto quiser), rinites, sinusites (lavagem nasal com ela morninha), picadas de insetos.
Desequilíbrios internos: dores de cabeça (tomar alguns copos), tristeza, mágoas, necessidade de transmutar sentimentos (tomat a água até sentir-se melhor).
Não tem contra-indicação e pode ser usada por qualquer pessoa de qualquer idade, já fiz até mamadeira pro Pedro com ela.
Pode usá-la para preparar chás, para tomar qualquer tipo de remédio (florais, homeopáticos, alopáticos)...
Pode usá-la para preparar chás, para tomar qualquer tipo de remédio (florais, homeopáticos, alopáticos)...
Enfim vá descobrindo a sua maneira de utilizá-la e depois me contem tá!!
As ametistas estão aí para nos ajudar nos processos de transmutação de nossas vidas, tenham-nas como amigas.
Namaste!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Celebração do Solstício de Inverno 2010
Só para trazer um pouco da magia que permeou este momento!
Às 5 da manhã do dia 20 de Junho de 2010, estávamos na praça de Casa Branca, eu, Ka, Pedroka e Pedro Fadida, encontramo-nos com os companheiros de caminhada. De lá por volta das 5:20 fomos para o pé da montanha Illa Wasi, de carro, ali chegando, todos unidos (em média 50 pessoas) ouvindo as palavras do Ka antes de adentrar a montanha, vimos no céu um auspicioso e maravilhoso presságio, uma estrela cadente linda, enorme, com uma cauda gigante (nunca ví tão grande e brilhante), não poderia ter melhor maneira de iniciar esta celebração. Pedimos licença à montanha e iniciamos a caminhada em direção à Catedral que a Pachamama criou com tanto esmero.
Subimos devagar, calmamente, respeitado o ritmo de todos, o mais novo da turma, o Pedroka (1 ano e 4 meses) foi no colo do papito e o mais velho devia ter por volta de seus 70 anos. Chegamos todos ao topo, subindo em silêncio. De lá nos encaminhamos à Catedral, chegamos exatamente à tempo de ver Taita Inti (pai sol) despontar por detráz da montanha, recebemos os primeiros raios do Sol em nosso chacra coronário, meditando e agradeçendo pelo seu retorno.
Iniciamos o preparo da oferenda à Pachamama, enquanto distribuia os kintus, cada um foi fazendo suas orações, mantras indianos, tibetanos, hinos do daime, orações da chama violeta, Pai Nosso, Ave Maria, canções guaranis, andinas, aztecas, toltecas...TODOS OS 4 CANTOS DO MUNDO PRESENTES!
Observei que as folhas dos kintus saíram muito belas e harmônicas, algumas poucas mais entremeadas, a maioria muito positivas.
Enquanto cada um ia ofertando seus kintus na mesa cerimonial, Pedro ia passeando entre as pessoas,
tomando seu leitinho, falando, observando...ao final, em círculo, já haviamos chegado às 8 da manhã, hora em que nos encontraríamos astralmente com o pessoal em Floripa, voltados para o sul, nos conectamos, a sensação de sentir as ondas de energia chagando de lá e reveberando de nós foi muito forte. uma sensação de união e plenitude muito gostosa. Após esse encontro, cada um disse seu nome, sua intenção e novamente me veio a mensagem do dia do temaskal
"TENDO FÉ E CONFIANÇA NO GRANDE ESPÍRITO, TUDO É POSSÍVEL, MEDO, FALTA DE CORAGEM, NÃO EXISTEM. POIS QUANDO SE TEM A FÉ INABALÁVEL TUDO É TRANSPONÍVEL, PASSAGEIRO, NECESSÁRIO...FÉ EM DEUS SEMPRE!"
A presença de todos foi maravilhosa, porém destacou-se o Seu Geraldo, nativo de Casa Branca, que em sua sabedoria de homem da Terra e devoto de Deus, proferiu lindas, puras e fortes palavras para todos, reforçando que a Fé é que garantirá ao homem transpor as adversidades, contou como era a região desde antes de existirem todos os condômínios e casas de Casa Branca, antes da chegada das mineradoras... imaginem só quanta sabedoria!!!
Nos dirigimos ao altar que a Mãe Natureza esculpiu, deixamos nossa oferenda, nos unimos em círculo e mais uma vez gritamos ao vento "HAILLI!!!" ALEGRIA!!!
E assim com abraços, lágrimas e sorrisos, findou-se a cerimônia e de lá todos seguiram seu caminho, levando em seu coração a alegria de ser um só!!! A alegria de que somos irmãos!!
Sou muito grata a cada um que esteve conosco, ao Pedro Fadida pela ajuda imprescindível, ao André, Seu Geraldo, Roberto, Matilde, Nati, Jade, Diogo, Flora, Sandra, Stela, Duca, Joaquim, Alex, Alexandre, Cleusa, João, Nuno e amiga, Alessandra, Silvania, Adriana, Fernando, Rubens e todos que não me recordo os nomes no momento, à todos muito grata!!!
Hailli!
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