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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A cura da mulher

"Somos tantas neste mundo precisando se re-conectar com seu profundo, com o que se tem de mais sagrado, nosso útero...e tudo o que ele guarda,da ancestralidade, vidas, energias...
quando a mulher consegue entrar nessa caverna escura sem medo, aí ela encontrou o começo da sua cura..." Dani Cuccia
Se sentiu tocada, compartilhe, agradeço citar a fonte!


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

CÍRCULO DE MULHERES - MANDALA LUNAR (menstrual)



Assista ao vídeo o que é a mandala lunar? Clique aqui

Você já experimentou dias terríveis de TPM?
Briga mensalmente com seu período menstrual?
Detesta menstruar e acha isso perda de tempo?

Já pensou que tudo isso pode ser muito diferente e ser um momento de alívio e cura? Que cada fase do seu ciclo representa uma energia diferente? Que em cada uma delas existem tarefas mais indicadas para fazermos? 

Pois te convido a se re-unir conosco neste dia, 31 de Janeiro, às 19h, no espaço Luz Diamante em BH.

Para que em círculo possamos aprender como cada fase de nosso ciclo tem diferentes energias e como podemos usá-las a nosso favor. Como podemos sanar nossas TPM´s com amor próprio, como podemos gerenciar nosso período fértil e nossas gestações através do autoconhecimento do nosso corpo.
Cessando assim com essas brigas com o que temos de mais sagrado dentro de nós, nosso útero!

Venha de saia ou vestido, traga flores e material de anotações.

CONFIRMEM PRESENÇA COM ANTECEDÊNCIA (99928-7010 / Dani Cuccia – face)
PARA GANHAREM SEU CALENDÁRIO LUNAR!
Contribuição: R$50
Com amor Dani Cuccia




terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Moana, a animação da Disney que finalmente traz o arquétipo da força feminina.


Moana, a animação da Disney que finalmente traz o arquétipo da força feminina.


A mulher que corre atrás de seu destino, que cumpre seu desafio, sozinha, sem par romântico. Aprende a guiar seu barco em alto mar, enfrenta as diversidades, fica sozinha, fisicamente, mas sempre acompanhada de sua Avó no momento mais difícil da jornada e não desiste.

Ela precisa levar um semi-deus, que com egoísmo(machismo) se atreve a roubar o coração de TE Fiti, deusa que criou toda a vida, para ter o poder da criação em suas mãos.
Te Fiti é ferida por um homem e se torna amarga, sem coração, começa a destruir tudo ao seu redor [mulher ferida, sem amor (amor= amor incondicional)] com o fogo da raiva...essa destruição vai tomando todas as ilhas do mar, até um dia chegar a ilha onde está o povo de Moana.

Então sua sábia avó a leva para dentro da caverna (o útero que armazena todos os registros de nossa vida e das nossas ancestrais) e lhe mostra o passado de seu povo,  conta à ela qual missão o mar lhe reservou.

O semi-deus que  deveria  restaurar o coração da Deusa, se acovarda e deixa para Moana a tarefa de restaurar o coração de Te Fiti. E quem melhor que uma mulher que carrega Te Fiti em seu ventre para curar esse coração?
Moana enfrenta Te Ka, o monstro de lava, que tudo destrói,  chega até o local onde dorme Te Fiti, percebe que a TE Fiti se foi e que Te Ka é Te Fiti, sem seu coração. Então o mar se abre e Moana consegue colocar o coração de TE Fiti de volta ao centro da espiral da vida.

E Te Fiti se refaz, cura suas feridas e dorme tranquila abençoando de abundância os filhos da Terra.

Moana com sua coragem e liberdade, leva seu povo novamente a navegar pelos mares sem medo.


Desde pequena o mar a escolheu, com conchas maravilhosas à chamando para restaurar o coração de Te Fiti...conchas e mar, o feminino e as águas primordiais, de onde surgiu toda a vida da Terra.


Um homem a tenta frear, seu pai, por medo e por amor (por machismo)?
Mas uma grande mulher lhe mostra por onde pode caminhar, sua avó, ancestral tão especial.


E Ela vai...e volta com as bênçãos de Te Fiti!
E sobre a pilha de pedras dos homens chefes do clã, pela primeira vez está uma concha.


E MOANA sou eu, é você! Essa é a verdadeira "princesa".


Acredite em sua força para tudo nesta vida!!!
Você mulher é a força de Te Fiti, o ventre de Te Fiti, o coração de Te Fiti, a concha de Te Fiti, o mar de Te Fiti.


Você gera, pari, alimenta, educa, semeia, floresce, frutifica, amadurece e se retira...exatamente como Te Fiti!


Dani Cuccia,
Te Fiti

Casa Branca, 17 de janeiro de 2017

COMPARTILHE À VONTADE, MAS CITE A FONTE!


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

VENTRE...


LUZ, claro, clareza, visão...
SOMBRA, escuro, dúvida, cegueira...
ÚTERO,  acolhe, cria, gera, dói, sangra, contrai, relaxa, LUZ, SOMBRA, claro, escuro,clareza, dúvida, visão, cegueira...
SAGRADA DUALIDADE carrego no ventre
VENTRE que emana luz e sombra, que acolhe claro e escuro, que cria clareza e dúvida, que dói com a visão e a cegueira, que sangra por amor e dor, contrai para levar a luz, quem gerou em suas sombras.
Entranhas que tecem a teia, que curam a teia, que enlaçam as teias de Gaia.

Dani Cuccia
Lua cheia em peixes (eclipse)

Divulgue se tocou seu ser, mas lembre de citar a fonte. Gratidão

terça-feira, 5 de julho de 2016

A VIAGEM A CAVERNA UTERINA de Ximena Avila


Um texto lindo, que repassa com carinho sobre nossa ligação uterina entre mulheres e entre os úteros universais. Gratidão a Ximena por escrevê-lo, gratidão a Isabel por traduzí-lo.

A VIAGEM À CAVERNA UTERINA por Ximena Avila


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Nas profundezas de cada mulher há uma caverna que guarda os segredos das suas memórias uterinas. Nas suas paredes de rocha, existem hieróglifos que relatam tudo o que ela precisa saber sobre si mesma. Um saber tão profundo e extenso como as estrelas do céu, pelo que ela irá necessitar de muitas vidas para revelar uma parte importante dela. Cada mulher é um cântaro de histórias que guarda a verdade sobre a humanidade e a origem do Universo. Mas o que cada mulher não sabe é que a sua caverna uterina conecta-se com as cavernas das suas ancestrais e também com os das demais mulheres. Partilhamos a memória da humanidade nos nossos úteros. Existem marcos que ocorreram ao longo do tempo e que estão plasmados no ventre de cada mulher, assim quando cada uma se cura, cura a outra e a humanidade.
A minha viagem pessoal à caverna uterina foi dolorosa e maravilhosa também, merecendo uma transcendência única na minha vida, que é o que desejo com profundo amor partilhar convosco.
A primeira vez que entrei numa Cerimónia de Temazcal não fiz mais do que chorar. Não conseguia reconhecer de onde vinha tanta tristeza e era o mesmo que acontecia durante as minhas menstruações, pois durante esta viagem existia em mim uma dor inexplicável que o meu corpo e mente não conseguiam alcançar compreensão nem processar.
Mais tarde compreendi que ir a uma tenda de suor, assim como a menstruação, simbolizam o regresso ao útero da Mãe e ali curas aquilo que precisas no momento da tua vida. Esta entrada ao útero dá-nos a consciência de tudo o que estava sem vida dentro dele e ali estão os cemitérios ancestrais habitados por sonhos frustrados, os desamores, os não nascidos, os exilados da família, os esquecidos e os não honrados.
O mesmo acontece durante cada menstruação – cada uma de nós empreende uma viagem solitária à sua própria caverna uterina, essa que leva escritas as nossas histórias de alma e também esse poder criador e a energia sexual das nossas ancestras. Essa força que se foi acumulando à medida que cada mulher do fio vermelho foi parindo e foi capaz de transmitir a vida de geração em geração de forma incansável e ininterrupta até permitir que nós possamos estar aqui e agora. Contudo, nesta viagem deve-se honrar todas as mulheres da nossa árvore, sem esquecer nenhuma delas, tenha sido mãe ou não, tenha sido feliz ou triste, tenha sido boa ou má. Apenas com o facto de recordar uma ancestra e honrar tanto a sua existência como a sua morte, há carga que se soltam e caminhos que se abrem na nossa vida.
Desde o princípio dos tempos, mulheres e homens compreenderam que a menstruação da mulher a conduzia a um estado de transe que apenas elas eram capazes de experimentar. Assim, o seu regresso à caverna uterina ocorria cada mês, lua a lua, e nessa viagem rezavam por toda a humanidade. Foi assim que as xamãs começaram a alcançar este estado de transe com a viagem de tambor e plantas de poder. Com o transe, ingressavam a caverna uterina das suas linhagens, alcançando o mesmo poder sanador que obtinham as mulheres durante o sangramento.
Por outro lado, o tratamento com o Ovo de Obsidiana foi um veículo até à caverna uterina, sendo um toque final na minha viagem pessoal. Através dos sonhos e meditações foram-se revelados segredos transcendentais da minha árvore, o que me permitiu encontrar as raízes da imensa tristeza que habitava o meu espaço uterino. Contudo, aí compreendi que uma parte da cura é encontrar uma resposta e logo surge a tomada de consciência de mudar crenças e hábitos de vida que é o mais difícil. Quando encontras as raízes de uma doença apenas estás a metade do caminho.
A obsidiana também me permitiu reconhecer-me numa linguagem simbólica profunda. Aprende que cada vez que sonhava com água, representava na minha psique o estado emocional da minha caverna uterina, manifestado pelo estado energético do meu segundo chakra. Aprendi assim que as águas turvas eram sinal que a minha menstruação iria chegar intensa, com dores ou com coágulos. Por outro lado, as águas cristalinas e lívidas em que muitas vezes me via a flutuar, indicavam uma menstruação que iria chegar suave e amorosa. A água é um espelho por excelência e, apareça no interior ou no exterior, sempre nos mostra a nossa alma.
Convido-te que durante cada menstruação observes com profunda atenção quais são os sentimentos que mais te invadem. Fecha os teus olhos e abre-te a conhecer as histórias da linhagem que existem atrás de cada sensação. Recorda que cada momento de sangramento é uma viagem profunda à caverna e isto te permitirá compreender com amor e paz a tua dor física e emocional.
Recorda-te que não estás só, não és a única. És um cântaro de histórias universais, escreve essas histórias e comparte-as com o mundo.
Espero que de alguma forma, a tua viagem à caverna uterina apenas te traga cura.
Abraço-te.
Ximena
Se vais copiar este artigo, peço-te para citares a fonte http://www.cantarosagrado.cl
Texto original – http://www.cantarosagrado.cl/2016/03/23/el-viaje-a-la-caverna-uterina/
Traduzido por Isabel Maria Angélica | No Ninho da Serpente | Círculos de Mulheres, Março de 2016

QUERIDAS uma grande amiga, que correu muito atrás de uma forma de liberar-se de seus miomas sem a retirada do útero (14 miomas que equivaliam a uma gravidez de 16 semanas). Ela conseguiu o contato de um médico que atende com uma tecnica francesa chamada EMBOLIZAÇÃO, que retira os miomas, com pequeno corte na área da virilha, sem precisar retirar o útero.
Aqui o cantato desse homem que diz que "Seu trabalho é preservar os úteros, pois ele sabe que o útero é essencial para a vida feminina."

Aqui o contato: Dr. ILVEU COSME DIAS
                       (31) 2510-3355/ 3311      www.clinicalsemper.med.br

Não estou recebendo anda para fazer esta divulgação, mas agradeço este homem, que até agora foi o único que ví tratar de forma humana e sensata uma mulher que quer preservar e reconhece o valor de seu útero.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

SABEDORIA TOLTECA - “A ARTE DOS SERES DE ROSTO SÁBIO E CORAÇÃO FIRME” Com Ana Luisa Solis Gil (México)

Pela primeira vez no Brasil!
SABEDORIA TOLTECA
“A ARTE DOS SERES DE ROSTO SÁBIO E CORAÇÃO FIRME”
Com Ana Luisa Solis Gil (México)

Informações: aguiaecondor@gmail.com

Uma maneira intensa de passar o feriado de finados, se aprofundando nessa sabedoria ancestral, em meio as montanhas de Casa Branca (consulte as possibilidades de hospedagem conosco, conseguimos preços especiais para os participantes).

IMPERDÍVEL estar na presença desta mulher de sabedoria e amor!!!
Dani Cuccia



quarta-feira, 1 de julho de 2015

13º Círculo de Mulheres da Casa Colibri, com Dani Cuccia

Com muito amor e alegria convido as que sentirem o chamado para a 
13ª RE-UNIÃO (Círculo de mulheres) na Casa Colibri, na próxima quarta, 8 de julho.

CONFIRMAR PRESENÇA ANTECIPADAMENTE pelo aguiaecondor@gmail.com

Vamos trabalhar a cura de nossa relação com nosso pai, o primeiro homem de nossa vida...


quinta-feira, 18 de junho de 2015

Bálsamo de Sabedoria - Avuela Margarita

Em certos momentos palavras como essas são tudo o que precisamos para nos centrar novamente e continuar nossa caminhada rumo ao infinito.
Tlazokamatle!
Entrevista com Avuela Margarita

“Cuando quiero algo me lo pido a mí misma”

Abuela Margarita
La Abuela Margarita, curandera y guardiana de la tradición maya, se crió con su bisabuela, que era curandera y milagrera. Practica y conoce los círculos de danza del sol, de la tierra, de la luna, y la búsqueda de visión. Pertenece al consejo de ancianos indígenas y se dedica a sembrar salud y conocimiento a cambio de la alegría que le produce hacerlo, porque para sustentarse sigue cultivando la tierra. Cuando viaja en avión y las azafatas le dan un nuevo vaso de plástico, ella se aferra al primero: ‘No joven, que esto va a parar a la Madre Tierra’. Rezuma sabiduría y poder, es algo que se percibe con nitidez. Sus rituales, como gritarle a la tierra el nombre del recién nacido para que reconozca y proteja su fruto, son explosiones de energía que hace bien al que lo presencia; y cuando te mira a los ojos y te dice que somos sagrados, algo profundo se agita.
Ella nos dice: ‘Tengo 71 años. Nací en el campo, en el estado de Jalisco (México), y vivo en la montaña. Soy viuda, tengo dos hijas y dos nietos de mis hijas, pero tengo miles con los que he podido aprender el amor sin apego. Nuestro origen es la Madre Tierra y el Padre Sol. He venido a la Fira de la Terra para recordarles lo que hay dentro de cada uno.’
-¿Dónde vamos tras esta vida?
-¡Uy hija mía, al disfrute! La muerte no existe. La muerte simplemente es dejar el cuerpo físico, si quieres.
-¿Cómo que si quieres…?
-Te lo puedes llevar. Mi bisabuela era chichimeca, me crié con ella hasta los 14 años, era una mujer prodigiosa, una curandera, mágica, milagrosa. Aprendí mucho de ella.
-Ya se la ve a usted sabia, abuela.
-El poder del cosmos, de la tierra y del gran espíritu está ahí para todos, basta tomarlo. Los curanderos valoramos y queremos mucho los cuatro elementos (fuego, agua, aire y tierra), los llamamos abuelos. La cuestión es que estaba una vez en España cuidando de un fuego, y nos pusimos a charlar.
-¿Con quién?
-Con el fuego. ‘Yo estoy en ti’, me dijo. ‘Ya lo sé’, respondí. ‘Cuando decidas morir retornarás al espíritu, ¿por qué no te llevas el cuerpo?’, dijo. ‘¿Cómo lo hago?’, pregunté.
-Interesante conversación.
-’Todo tu cuerpo está lleno de fuego y también de espíritu -me dijo-, ocupamos el cien por cien dentro de ti. El aire son tus maneras de pensar y ascienden si eres ligero. De agua tenemos más del 80%, que son los sentimientos y se evaporan. Y tierra somos menos del 20%, ¿qué te cuesta cargar con eso?’.
-¿Y para qué quieres el cuerpo?
-Pues para disfrutar, porque mantienes los cinco sentidos y ya no sufres apegos. Ahora mismo están aquí con nosotras los espíritus de mi marido y de mi hija.
-Hola.
-El muertito más reciente de mi familia es mi suegro, que se fue con más de 90 años. Tres meses antes de morir decidió el día. ‘Si se me olvida -nos dijo-, me lo recuerdan’. Llegó el día y se lo recordamos. Se bañó, se puso ropa nueva y nos dijo: ‘Ahora me voy a descansar’. Se tumbó en la cama y murió. Eso mismo le puedo contar de mi bisabuela, de mis padres, de mis tías…
-Y usted, abuela, ¿cómo quiere morir?
-Como mi maestro Martínez Paredes, un maya poderoso. Se fue a la montaña: ‘Al anochecer vengan a por mi cuerpo’. Se le oyó cantar todo el día y cuando fueron a buscarle, la tierra estaba llena de pisaditas. Así quiero yo morirme, danzando y cantando. ¿Sabe lo que hizo mi papá?
-¿Qué hizo?
-Una semana antes de morir se fue a recoger sus pasos. Recorrió los lugares que amaba y a la gente que amaba y se dio el lujo de despedirse. La muerte no es muerte, es el miedo que tenemos al cambio. Mi hija me está diciendo: ‘Habla de mí’, así que le voy a hablar de ella.
-Su hija, ¿también decidió morir?
-Sí. Hay mucha juventud que no puede realizarse, y nadie quiere vivir sin sentido.
-¿Qué merece la pena?
-Cuando miras a los ojos y dejas entrar al otro en ti y tú entras en el otro y te haces uno. Esa relación de amor es para siempre, ahí no hay hastío. Debemos entender que somos seres sagrados, que la Tierra es nuestra Madre y el Sol nuestro Padre. Hasta hace bien poquito los huicholes no aceptaban escrituras de propiedad de la tierra. ‘¿Cómo voy a ser propietario de la Madre Tierra?’, decían.
-Aquí la tierra se explota, no se venera.
-¡La felicidad es tan sencilla!, consiste en respetar lo que somos, y somos tierra, cosmos y gran espíritu. Y cuando hablamos de la madre tierra, también hablamos de la mujer que debe ocupar su lugar de educadora.
-¿Cuál es la misión de la mujer?
-Enseñar al hombre a amar. Cuando aprendan, tendrán otra manera de comportarse con la mujer y con la madre tierra. Debemos ver nuestro cuerpo como sagrado y saber que el sexo es un acto sagrado, esa es la manera de que sea dulce y nos llene de sentido. La vida llega a través de ese acto de amor. Si banalizas eso, ¿qué te queda? Devolverle el poder sagrado a la sexualidad cambia nuestra actitud ante la vida. Cuando la mente se une al corazón todo es posible. Yo quiero decirle algo a todo el mundo…
-¿…?
-Que pueden usar el poder del Gran Espíritu en el momento que quieran. Cuando entiendes quién eres, tus pensamientos se hacen realidad. Yo, cuando necesito algo, me lo pido a mí misma. Y funciona.
-Hay muchos creyentes que ruegan a Dios, y Dios no les concede.
-Porque una cosa es ser limosnero y otra, ordenarte a ti mismo, saber qué es lo que necesitas. Muchos creyentes se han vuelto dependientes, y el espíritu es totalmente libre; eso hay que asumirlo. Nos han enseñado a adorar imágenes en lugar de adorarnos a nosotros mismos y entre nosotros.
-Mientras no te empaches de ti mismo.
-Debemos utilizar nuestra sombra, ser más ligeros, afinar las capacidades, entender. Entonces es fácil curar, tener telepatía y comunicarse con los otros, las plantas, los animales. Si decides vivir todas tus capacidades para hacer el bien, la vida es deleite.
-¿Desde cuándo lo sabe?
-Momentos antes de morir mi hija me dijo: ‘Mamá, carga tu sagrada pipa, tienes que compartir tu sabiduría y vas a viajar mucho. No temas, yo te acompañaré’. Yo vi con mucho asombro como ella se incorporaba al cosmos. Experimenté que la muerte no existe. El horizonte se amplió y las percepciones perdieron los límites, por eso ahora puedo verla y escucharla, ¿lo cree posible?
-Sí.
-Mis antepasados nos dejaron a los abuelos la custodia del conocimiento: ‘Llegará el día en que se volverá a compartir en círculos abiertos’. Creo que ese tiempo ha llegado.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

II Bênção Mundial do Útero e Celebração do Tinku - 4 de Maio de 2015, 19h - Casa Colibri - BH

Convido à todos para se re-unirem nesta II Bênção do Mundial Útero , segunda-feira, 4 de maio/2015, 19h. Na Casa Colibri em BH.
 
No dia 1 de Maio, realizaremos um temazkal de preparação e purificação para a II Bênção Mundial do Útero e Celebração do Tinku .
Este temazkal é misto e aberto a participação de homens e mulheres, assim como a Bênção. Podem participar também pessoas que não irão a II Bênção Mundial do Útero.

Para saber mais sobre a cerimônia do Temazkal clique aqui

CELEBRAÇÃO DO TINKU
ASTRONOMIA ANDINA E A FESTA DO TINKU (2/3 de maio):
"(...) a lhama foi honrada no céu andino através do ser mitológico conhecido como Yakana ou Catachillay, a “Lhama Sideral”, que tinha nas estrelas Alfa e Beta da constelação de Centauro (Kauara e Nayra) seu par de olhos - Llamac Ñawin.
A constelação de Centauro localiza-se na parte sul da Via Láctea, ao lado do Cruzeiro do Sul. Nessa região encontra-se um "sombreado" na rota esbranquiçada da Via Láctea que compõe o corpo da Lhama. Essa é uma característica da astronomia andina que tinha suas constelações compostas de agrupamentos de estrelas, partes escuras do céu e constelações mistas como Yakana que possui o corpo negro e os olhos brilhantes.
(...) Muitas vezes Yakana é descrita com uma cria que solicita da mãe o alimento através do leite. Novamente, a relação astronômica e mitológica se faz presente, pois no mito, Yakana seria desperta por sua cria que quer mamar. Uma vez acordada, a Lhama sente sede e desce à Terra para beber água dos mananciais e no mar. Saciada, ela retorna aos céus onde ao liberar sua bexiga irá prover com sua urina (chuvas) as plantações.
Ora, após o solstício de inverno em junho, a constelação de Centauro (junto à sua companheira inseparável, a Chakana - Cruzeiro do Sul) está cada vez mais baixa no horizonte. O seu desaparecimento do céu noturno significaria que Yakana, após ter despertando no solstício (quando era celebrada a Festa do Sol - Inti Raymi e sacrificada uma lhama negra), desceu à Terra para beber água. As chuvas a partir de setembro e de forma mais intensa em novembro, é sua urina que irá garantir a produção de alimentos.
Após a Festa Grandiosa - Capac Raymi (solstício de verão), Yakana e Chakana eram novamente vistas no céu e iniciariam sua ascensão que atingiria o ponto máximo no início de maio quando era celebrado o Tinku, uma festa ligada à fertilidade, situada entre o equinócio de outono e solstício de inverno.
Ainda hoje realizado em povoados do Peru e da Bolívia, o Tinku sobrevive como uma festa onde o povo agradece à Pachamama pela fartura das colheitas. Sincretizada, essa festa encontra-se na celebração da Cruz Velacuy ou Cruz de Maio que se realiza no dia 02 de maio."
A CIÊNCIA SAGRADA DOS INCAS, KA RIBAS - pg.77 a 79 Ed. Madras
http://www.madras.com.br/portal/index.php?page=shop.product_details&flypage=flypage.tpl&product_id=818&category_id=54&keyword=ka+ribas&option=com_virtuemart&Itemid=40&vmcchk=1


II Bênção Mundial do Útero e Celebração do Tinku

Saiba mais informações sobra a bênção do Útero Mundial aqui no site de Miranda Gray, criadora e focalizadora da técnica.

A Bênção mundial acontece em 5 datas anuais, que sincronizam-se com a roda do ano (calendário celta/ indígena). Esta II Bênção, no hemisfério sul corresponde ao samhain (celta) que vem a ser na cultura andina a Celebração do Tinku, como foi explicada acima, momento de nos conectar com nossos antepassados. Dentro da bênção do Útero neste momento nos conectamos as nossas ancestrais maternas.
Nesta ocasião faremos um exercício fundamentado na técnica de constelação familiar para curar a relação com os ancestrais, sendo conduzido por Ka Ribas, convidado especial da noite, assim como todos os homens que sentirem o chamado de estarem conosco neste momento tão forte de conexão a sagrada energia feminina. Realizaremos sincronizadamente com todo o mundo a Bênção Mundial do Útero e presentearemos os homens com a Bênção da Lua para homens, a Moon mother focalizadora será Dani Cuccia.
 
"Os homens bem como as mulheres precisam da cura e do despertar da Divindade Feminina.

Os homens precisam curar-se da culpa, mágoa, rejeição limitações e expectativas distorcidas que podem ter das mulheres em suas vidas, bem como dos relacionamentos e da criação que tiveram no passado. Os homens também precisam de desprendimento e cura do mundo masculinizado que distorce e fere as energias masculinas.

A conexão com a Divindade Feminina traz completude, propósito, validação, paz interior, uma autoconfiança adequada, autoestima e força."Miranda Gray 
 
Todas as mulheres presentes receberão a Bênção Mundial do Útero, para isso é necessário que se inscrevam também no site http://www.mirandagray.co. uk/register.html

Todos que desejarem participar das duas partes da celebração ou apenas de uma precisam se inscrever até dia 30 de abril!!! 
Pelo aguiaecondor@gmail.com ou pelo (31)9692-7070.

Esta oportunidade é maravilhosa para casais que desejem trabalhar e alimentar a harmonia em sua relação. 
Para os homens (acompanhados ou não) é uma ótima oportunidade para equilibrar a energia feminina e masculina em si. 
Para todas as mulheres é uma oportunidade maravilhosa de estar RE-UNIDA a milhares de mulheres no mundo, recebendo essa energia profunda e sagrada, que energiza, limpa e empodera nossos úteros e seres da mais pura força lunar, da mais pura divindade feminina. 

Com amor 
DANI CUCCIA

quinta-feira, 9 de abril de 2015

A IMPORTÂNCIA DE LIMPAR ENERGETICAMENTE SEU ÚTERO por Sanahí. (María José M.Valdivia- Chile)



Nos círculos e em todas as oportunidades de conversa sobre o assunto que tenho, sempre tento despertar mulheres e homens para a importância da re-conexão feminina ao seu útero e sua cura. A como isso representa a cura da humanidade. Eis que hoje me deparei com este texto maravilhoso. Claro, bem escrito, simples e profundo. Não preciso me delongar, pois no texto já tem tudo o que eu gostaria de dizer e muito mais, então degustem e depois digiram lentamente...e se precisar de alguma ajuda para encontrar a cura de seu útero, conte comigo.
Dani Cuccia (www.aguiaecondor.com.br )



Texto publicado em espanhol originalmente no link http://www.mamadre.cl/2015/03/por-que-es-importante-y-sanador-que-la-mujer-limpie-su-utero-energeticamente/
Tradução autorizada pela autora.

"Porque é importante e curador que a mulher limpe seu útero energeticamente


Pode parecer estranho para algumas que o útero precise limpar-se energeticamente, talvez para algumas limpar possa parecer assumir que esteja sujo ou impuro. Sem dúvidas, não é por estar sujo ou impuro, simplesmente porque o útero é muito importante de ser ressignifcado e incorporado a psique da mulher, pois por muito tempo nosso útero ficou relegado ao mundo de sofrimento e dor e limpar significa abrir espaço, liberar, soltar.
O ÚTERO É ALGO ALÉM DE UM ÓRGÃO? Com certeza, o útero é nossa matriz sagrada e nele habita um enorme potencial energético. É nossa “cuia” de onde nasce a vida e o prazer, é um reflexo de nosso coração feminino. O útero não é só o lugar onde se geram bebês, é este órgão que recebe nossas emoções ao longo de toda nossa vida de mulher.
Em nosso caso como mulheres, nosso centro de sensações existe ali, justamente em nosso baixo ventre, todas nós levamos muitas coisas até este lugar e por isso que neste centro geram-se uma série de problemas, que se não conseguimos sentir e liberar, a energia estaciona ali. Se pensarmos que é o espaço do feminino, pois é aí onde mais aparecem todos os problemas na mulher. Esses problemas podem ser gerados por temas específicos como uma vida insatisfatória ou cheia de dificuldades, preocupações no trabalho ou com o companheiro, vida sexual insatisfatória...Que muitas vezes terminam em sintomas desde dores até cistos, miomas, irregularidades hormonais. O útero por excelência recebe, mas tem também a capacidade de entregar, liberar e soltar, pois tudo na natureza tem a capacidade de contrair e relaxar-se, de receber e entregar, assim é a harmonia que nos rodeia.  Sem dúvida as mulheres não foram educadas sobre o poder de seu útero, mas ao contrário se censurou a capacidade de soltar, se incrustou medo de liberar e relaxar e os úteros esfriaram e deixaram de vibrar, palpitar, mover. As mulheres pararam de abrir suas vaginas para deixar seus bebês passarem, pararam de  deixar descer seu sangue menstrual usando  pílulas anticoncepcionais, absorventes descartáveis que absorvem todo o sangue. Resumindo a arte de “liberar” foi “violentada”, inclusive as mulheres livres que bailavam ao redor das fogueiras movendo livremente sua pélvis foram apontadas com dedos acusadores e queimadas por sua liberdade, por seu ato de soltar. As mulheres fortes e valorosas eram as mulheres que agüentavam e as mulheres com capacidade de decidir se julgou por “desobedientes”.
Gosto de sentir a energia que me rodeia, sem dúvida quando comecei a entender a energia do útero, não são do meu, mas também depois de observar as mulheres antes e depois de um trabalho energético em seu ventre, confirmei que o trabalho energético nos úteros cura e nos faz pular anos de terapia.
Com o tempo compreendi que o útero a energia psíquica. A energia psíquica é a energia dos processos da vida, Jung expressa essa terminologia e faz referencia de que a energia psíquica circula pela psique. Psique vem do grego psyché “para a alma humana”, é um conceito precedente a cosmovisão da antiga Grécia, que designava a força vital de um individuo. A energia psíquica compreendida como a dos processos da vida se pode transmitir no útero da mãe.
No útero da mulher cresce a vida dos homens e das mulheres, como mãe eu sou, entendi no corpo e na alma que o que se vive durante a etapa gestacional; sente-se, entende-se, incorpora-se, sonha-se, anseia-se e nosso bebê também sente tudo isso, é inegável a comunicação mãe-filho na fase gestacional. Ainda mais que a nossa psique habita nosso útero, quem sabe não por acaso Freud e seus colegas chegaram a conclusão de que a mulher que libera a energia psíquica estagnada ou bloqueada em seu útero, cura sua mente e porque não sua atitude diante da vida.
E o que me dizem da HISTERIA? A histeria feminina, também conhecida como paroxismo histérico, era uma doença diagnosticada pela medicina ocidental até meados do século XIX. Na época vitoriana foi o diagnóstico de um grande leque de sintomas, que incluíam desmaios, insônia, retenção de líquidos,  peso abdominal, espasmos musculares, respiração anormal, irritabilidade, enxaquecas, pedra de apetite e “tendência a causar problemas”. As pacientes diagnosticadas com histeria feminina recebiam um tratamento conhecido como “massagem pélvica” , estimulação manual dos genitais da mulher pelo médico até chegar ao orgasmo que, no contexto da época, era chamado “paroxismo histérico”,  considerando o desejo sexual reprimido das mulheres uma doença. Outro tratamento usado eram as lavagens vaginais.
Graças a esta “doença”, Freud começou a entender que havia algo além da consciência e começou a descobrira existência do inconsciente. E assim por  entrar nas vaginas e úteros das mulheres Freud terminou por afirmar que o que se conhecia como histeria feminina era provocado por um evento traumático, que tinha sido reprimido no inconsciente. Poderíamos então dizer que o inconsciente mora no útero? Quem sabe se Freud lesse isso me faria uma lavagem vaginal na mesma hora por ser desobediente, sem dúvida acredito que sim. Que em nossos úteros habita a memória, informação e energia em estado inconsciente e que liberando esta memória poderemos chegar À cura da energia feminina, individual e coletivamente.
Germaine Greer (acadêmica, escritora e locutora australiana reconhecida por ser uma das representantes feministas mais importantes do século XX) observou que alguns médicos acreditam que “...est femineo generis pars una uterus omnium morborum”, “o útero participa em todos os desequilíbrios das mulheres”. Daí que antigamente realizavam HISTERECTOMIAS nas mulheres que sofriam de HISTERIA ou tinham problemas psicológicos, depressões, angústias. Parecia que retirando o útero a mulher curava-se emocional e mentalmente. Sem dúvidas que a proposta deste texto é escutar seu útero e deixar que ele se expresse, liberar-lo, porém não liberar-lo de seu corpo, mas sim encarnar o útero novamente e curar o seu corpo desde dentro.
Estudei e pesquisei de forma pessoal que O ÚTERO ADQUIRE E RECOLHE MEMÓRIAS POR MEIO DE QUATRO ENERGIAS:
1 – Através da linhagem feminina ancestral: a informação vai se passada de útero para útero, pela unidade  mãe-filh@. Cada filha traz com ela sua mãe e a todas as mães que existiram antes dela. Registramos na fase da gestação as impressões e sentimentos de nossa mãe, podemos também nos reconhecer entre as mulheres de nossa linhagem feminino e encontrar muitas coisas em comum, inclusive sonhos e desejos, hábitos e caráter, mas sobretudo isso de receber energia de nossa linhagem feminina acontece pois nascemos do útero de uma mulher, de seu cálice, de sua matriz, do ligar de onde ela direciona suas emoções, mas também de onde ela sufoca seus sentimentos, por onde crescer do ventre de nossa mãe nos leva necessariamente a sentira nossa linhagem materna e em algum momento simpatizar, aprender e porque não curar-nos junto a elas.
2 – Pela impregnação energética: que acontece quando trocamos fluidos como: sêmen, fluido vaginal e desta forma ativa-se o detector das variações físicas ou químicas que acontecem internamente na pessoa com quem compartilhamos nossos fluidos. Quando acontece essa troca de fluidos, não só estamos assimilando esta informação química, que nos entrega esta troca, mas também estamos adquirindo este psiquismo celular de nossos companheir@s. E por essa “virtude” mais esperada das mulheres, de termos que guardar é que retemos este psiquismo celular d@ companheir@ que permitimos estar em nosso útero. Yogi Bhajan explicou que as experiências sexuais ficam expressas em nossas auras e nossa mente subconsciente. Cada um se impregna com uma intensidade diferente. As mulheres são muitos sensíveis e receptivas À qualidade penetrante do homem. Quando um homem penetra uma mulher, a aura dela permanecerá impressa durante 7 anos, de forma decrescente a medida que vai passando do dia da penetração. Se você se perguntar em que te influencia manter impresso em sua aura a penetração de seu companheiro? Siga lendo.
A impregnação ocorre da seguinte forma: recebemos, retemos, acumulamos informação de nossos parceiros sexuais e a sustentamos em nosso útero, isso ocorre em cada encontro sexual, abrigando essa freqüência em que transitou nosso parceiro. Em cada encontro quando o sêmen entra ou quando há um beijo e trocamos saliva, estamos compartilhando material genético, informação, energia que no oriente se entende que estes fluídos são a VIDA, neles há muita informação. Não por acaso, é destes fluídos(sangue, saliva,sêmen e muco vaginal) que se fazem os check-ups para saber como está o corpo físico.
De forma que se enxergarmos nosso úteros como bem elucidaram os médicos antigamente, como uma chave para a compreensão da psique feminina, então encontramos que o útero possui uma vibração e freqüência tão altas, que retém e recolhe informação da mesma forma que nosso cérebro. O que nos faz perceber que o que retemos em nossos úteros seja nosso ou não, passa diretamente a afetar nosso pensar e agir... dado que os hormônios se polarizam, liberamos mais testosterona que estrogênio e progesterona, nos masculinizamos, perdemos nosso rumo, surgem muitas dúvidas, nos sentimos incompreendidas, perdidas em alguns casos e tantas outras coisas que muitas nem chegam a entender porque estão assim e começamos a consultar centenas de terapeutas, psicólogos para que nos usem de bússola para nos encontrarmos...e a bússola sempre existiu, só que está escondida, por energias que não são nossas e que temos guardado e que estão muito interiorizadas em nós, em nosso espaço psíquico uterino, este entendimento nos leva a descobrir porque nos temos distanciado cada vez mais de nós mesmas, de nossa essência inata de curar e direcionar, de nossa essência feminina, da fidelidade à nossa alma.
3 – Pela emissão de energia: esta necessita de proximidade e tempo. Por exemplo, o que acontece quando se juntam as amigas 3 ou 4 dias em um mesmo local, começam a menstruar juntas. Isso acontece pela emissão uterina por proximidade entre mulheres. Como por dizer que este psiquismo feminino surge pela proximidade da vibração entre uma mulher e outra. Daí que nos círculos de mulheres se libera em todas a ocitocina (que é ativada pela proximidade)e está comprovado que a ocitocina aumenta a capacidade de confiar no ser humano, promove a atividade social, superar o medo da traição e criar um círculo de confiança e afeto. O qual cura a ruptura da irmandade feminina, começamos a confiar mais uma na outra, pois começamos a emanar a origem da união. Da mesma maneira que dormir com alguém, parceiro, marido, que está constantemente mal humorado, raivoso... por transmissão sentiremos isso e possivelmente, entraremos nesta freqüência.
4 – Crenças limitadoras (introjecto): é uma idéia, uma crença que foi absorvida em determinado momento da vida, normalmente na infância. Essa idéia talvez já não corresponda mais a situação e necessidade atuais, mas segue ali. Normalmente uma crença limitadora, toma forma através das palavras “deve” ou “deverias”. Ex: durante a sua infância diziam “deves ser uma mulher forte, e ficar aos pés do canhão”, “uma mulher forte é a que luta” ou “ deveriam as mulheres ser obedientes,ser boas meninas”... e então você está em sua vida adulta e passando por um momento difícil e vocÊ não pode manifestar sua fragilidade, não se permite chorar ou confiar, delegar... garanto que se buscassem seus introjectos de mulher, encontrariam frases como as lidas acima, crenças que provavelmente seja tempo de liberar para incorporar crenças que se adaptem ao seu presente e fortaleçam e a empoderem como pessoa, como mulher sagrada. Então, significa que uma crença limitadora é ruim? Não, mas pode não ser mais a sua realidade, ao que sua alma busca no presente e podes sentir frustração, medo, insegurança, muitas vezes sem saber a causa disso de forma consciente, pode manifestar sintomas como “estou doente, pois estou menstruada”, ‘pronto vou ficar indisposta”, “ para que ir nesta reunião, será o mesmo de sempre, me deixaram na lista de espera”, “para que engravidar, se já tentei 10 vezes e nada, meu útero não funciona”...uma longa lista de crenças que se aninharam em nossa mente feminina, em nossos úteros.
É importante dizer o que Ana Silvia Serrano nos explica sobre a energia que se aninha no inconsciente feminino “falando sobre a energia que ainda está guardada no inconsciente feminino em nível coletivo e que muitas passamos sem perceber, a história de sofrimento, humilhação, dor que temos gravada em nossos corpos, em nosso inconsciente. Histórias que foram reprimidas e bloqueadas em nível individual e coletivo. Por isso, é iminente atender as histórias de vida que não conseguimos mudar e repetir uma outra vez, ano após ano, século após século, vida após vida.”
Como se percebe o útero é muito mais do que um órgão que gera bebês, pois nele habita uma energia que foi digna de pesquisa e estudo de muitos homens e que até hoje só as mulheres que despertaram para esta sensibilidade uterina conhecem, e conseguem então mover-se no mundo recebendo informação de seus sentimentos do ventre, onde está a chave de sua psique.
Está em nossas mãos o dom de curar nossos úteros, ressignifica-los e permitir que entre em nós a energia-feminina compreensiva, compassiva, inclusiva, curadora, sábia e criadora. Pensar positivamente sobre nosso útero, cuidá-lo, principalmente ouvi-lo nos leva diretamente À chave que nos abre a ALMA FEMININA, À cura pessoal e coletiva desta alma integra e amorosa. Sinta teu útero como um cálice, onde entra a informação, onde você é a encarregada de alquimizar esta informação, entregando teu sangue menstrual para a Mãe Terra, permitindo assim, com este ato psicomágico, que sua linhagem se libere das ataduras estabelecidas, geração pós geração e assim também honrar ao homem que visitou este espaço sagrado... declarando que se útero seja puro e viva só você nele e já não mais em função de outros. “Ao curar nossos corpos físicos, curamos nossas mentes e pensamentos de falsas crenças, os liberamos desse desequilíbrio para tocar nossa mais profunda essência, que só alcançaremos através das emoções, do sentir. Desta forma, deixaremos de “responsabiliza  ao outro” para começar a criar nossas vidas, nesta interna e verdadeira realidade, que é o equilíbrio entre nosso pensamento e sentimento.” Ana Silvia Serrano
É sua vez de elevar sua energia, sua vez de viver a Deusa. É sua vez de viver na humildade de reconhecer-se mulher empoderada, não porque seja mais que os homens, nem mais que a irmã ao seu lado, mas por você e por todas suas companheiras, pelas futuras gerações de mulheres e homens, é também pelo seu presente.
TE deixo com estas lindas palavras de Germaine... “ Para curar o feminino a nível planetário devemos curar missa própria ferida. Cada mulher leva uma ferida profunda, que se arrasta –por ser parte do inconsciente coletivo- desde suas ancestrais mais distantes. Temos sido obrigadas a esconder, reprimir e no pior dos casos, esquecer nossos dons mais preciosos: a intuição, a cura natural, o respeito por nosso corpo e seus ciclos, nossa conexão coma  natureza e com o cosmos, os vínculos com nossos espaços sagrados genitais e coração... Felizmente, todos eles ainda dormem em nossa psqiue e esperam ser despertados.”
Sanahí. (María José M.Valdivia)

Esta mensgaem abaixo é da autora do texto, que autorizou a tradução e as convida para conhecer seu trabalho no Chile.
Bienvenidas a Aflora Mujer Chile ®
Aflora Mujer es un centro de estudios para la sanación integral de la mujer y la restauración de la hermandad Femenina. Desde el año 2009 realizamos talleres de autoconocimiento para la mujer, retiros y círculos de mujeres estimulándolas a nivel Físico, Emocional, Espiritual y Social a que conecten con su auto-sanación, conocimiento, compromiso y amor propio, alentándolas a manifestar sus virtudes y puntos de vista. Las apoyamos a desarrollarse a nivel holístico en sus vidas y sobre todo a ser felices y sanas. Aquí encontraras apoyo en las diversas fases de ser Mujer- menarca, menstruación, sexualidad, gestación, parto, pos parto y puerperio, por medio de Charlas/ Talleres/Seminarios/Círculos de Mujeres/ Terapias para la sanación femenina y limpieza de la energía del útero. Apoyando a las mujeres para la sanación de su energía femenina en armonía con la madre tierra.
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QUERIDAS uma grande amiga, que correu muito atrás de uma forma de liberar-se de seus miomas sem a retirada do útero (14 miomas que equivaliam a uma gravidez de 16 semanas). Ela conseguiu o contato de um médico que atende com uma tecnica francesa chamada EMBOLIZAÇÃO, que retira os miomas, com pequeno corte na área da virilha, sem precisar retirar o útero.
Aqui o cantato desse homem que diz que "Seu trabalho é preservar os úteros, pois ele sabe que o útero é essencial para a vida feminina."

Aqui o contato: Dr. ILVEU COSME DIAS
                       (31) 2510-3355/ 3311      www.clinicalsemper.med.br

Não estou recebendo anda para fazer esta divulgação, mas agradeço este homem, que até agora foi o único que ví tratar de forma humana e sensata uma mulher que quer preservar e reconhece o valor de seu útero.